10 lugares Comfort Food na Serra Gaúcha

O Rio Grande do Sul possui uma cultura riquíssima, e para quem gosta de boa comida e fartura, ele é um destino imperdível. E na bela Serra Gaúcha lugares para curtir com os olhos e com o paladar formam duplas perfeitas. Continuar lendo “10 lugares Comfort Food na Serra Gaúcha”

5 Bate-Voltas de Porto Alegre

Procurando um passeio rápido para ir e voltar da capital gaúcha no mesmo dia? Compartilho com vocês 5 sugestões que atendem diferentes gostos.

Bate-volta com passeios

Gramado
Localizada a cerca de duas horas de Porto Alegre, é muito fácil chegar a mais famosa cidade da Serra Gaúcha, seja de ônibus ou de carro.

Tendo um dia para passear pela cidade, aproveite para circular pela avenida principal onde está a Rua Coberta, o Palácio dos Festivais, a Catedral de Pedra.

Não deixe de entrar em pelo menos uma loja de chocolate, onde além de sair com algumas delícias você ainda pode tomar um café.

Igreja Matriz - Fachada
Igreja de Pedra de Gramado

 

Sendo a sua primeira vez em Gramado não deixe de ir até o Lago Negro e dar uma volta completa pelo local. Se gostar de maquetes ou cidades em miniatura pode aproveitar para conhecer o Mini Mundo que fica bastante próximo.

Outras opções são uma ida até o mirante do quilombo, ou uma visita até o Zoo de Gramado, que só possui animais da fauna brasileira, e ao Parque Gaúcho, que conta um pouco das tradições do Sul – estes dois últimos ocupam tranquilamente um turno.

Para quem curte natureza, também vale ocupar um turno para conhecer o Ecoparque Sperry com suas cachoeiras e almoçar no Restaurante Bêrga Môtta, com sua comida caseira e salada direto da horta.

Tem mais tempo para ficar na cidade? Dê uma olhada no nosso post Guia Gramado para mais sugestões.

Bento Gonçalves:
Se você nunca foi à cidade do vinho a dica é reservar com antecedência os ingressos e ir fazer o passeio da Maria Fumaça, que percorre o caminho entre Carlos Barbosa e Bento Gonçalves (ou vice-versa) e depois assistir a Epopeia Italiana, uma apresentação entre roupas e cenários que conta a imigração italiana para o Rio Grande do Sul.

Chegando cedo você ainda consegue conhecer a igreja da cidade e pode almoçar próximo a estação de trem.

Salton - Barris
Para quem adora um vinho não faltam vinícolas para serem visitadas em Bento Gonçalves

Estando de carro outro passeio muito legal é o Caminhos de Pedra. Onde é possível retornar ao passado e visitar casas antigas onde são oferecidos desde vinho, até cucas, chocolates e erva-mate.

Para quem adora vinho vale a pena contratar um motorista para percorrer pelo menos duas vinícolas, podendo almoçar em uma delas.

Você tem mais tempo para ficar em Bento? Olhe o nosso post sobre a cidade.

Bate-volta para comer bem e relaxar

Morro Reuter
Tudo o que você quer é comer bem e relaxar e meio a natureza? Considere pegar um carro e percorrer parte da Rota Romântica.

Além de andar por uma estrada linda e poder parar em mirante, você pode escolher um dos restaurantes da região.

Caminho das Serpentes - Vista
Boa gastronomia e lugares juntos a natureza, assim é Morro Reuter

A minha sugestão é ir para Morro Reuter, onde você pode escolher um Buffet de comida alemã e italiana ou um café colonial. Sobrando tempo vale a pena passar por outros lugares da região, como o belo Caminho das Serpentes.

Ficou curioso em saber mais sobre Morro Reuter? Dá uma olhada neste post.

Três Coroas
Um pouco antes de Gramado, esta cidade possui várias opções, que vão do mais aventureiro com o rafting até aqueles que buscam a meditação.

Uma dupla para quem quer um passeio tranquilo é um almoço no restaurante Espaço Tibet cujo ambiente é lindo e a comida maravilhosa, seguida por uma visita ao templo budista.

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Templo Budista em Três Coroas

Lembrando que o templo não é uma atração turística, mas um local para o estudo do budismo que compartilha o seu espaço gratuitamente com os visitantes. Estando no local, respeite as regras.

Garantia de passeio tranquilo, boa comida e a chance de descobrir uma cultura diferente.

Quer saber mais detalhes? Leia o nosso post sobre o nosso bate-volta a Três Coroas.

Bate-volta para comprar

Novo Hamburgo
Você não consegue sair de um lugar sem fazer compras? Adora a palavra Outlet?

Uma opção para você pode ser a cidade de Novo Hamburgo, que fica a quarenta minutos de Porto Alegre.

Além de outlets de calçados – duas vezes no ano há uma feira de sapatos, para quem não resiste vale a pena cuidar as datas – há o Ifashion, um outlet com lojas de várias marcas como Jorge Bischoff, Nike, Tok, Levi’s, Shoulder, Iplace, Lacoste entre outras.

Nem tudo é extremamente barato, mas já peguei ótimas ofertas no local, ou no caso da Nike há muito mais opções de modelos em comparação a outras lojas.

No local há também restaurantes, e como fica ao ar livre, é muito fácil ficar meio turno com almoço.

Já esteve ou mora em Porto Alegre? Tem outra dica de bate-volta? Conte pra nós nos comentários, adoramos descobrir novos lugares.

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Bento Gonçalves com Criança

Bento nasceu Colônias de Dona Isabel ali pelos anos de 1875, junto com a imigração italiana que se iniciava no sul do país. Passado quinze anos as colônias viraram o município de Bento Gonçalves, em homenagem ao general Bento Gonçalves da Silva, um dos grandes nomes da Revolução Farroupilha (movimento separatista que ocorreu entre os anos de 1835 e 1845).

Próxima da capital Porto Alegre e da famosa vizinha Gramado, Bento Gonçalves tem se consolidado como capital brasileira da uva e do vinho. E para quem pesquisar um pouquinho mais sobre a região, descobre rapidamente que ela merece muito mais que um bate-e-volta.

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Bento Gonçalves é cheia de caminhos para que todos se inspirem

Misturando belas paisagens, gastronomia para todos os paladares, atividades para diversas idades e claro os vinhedos, são necessários vários dias (ou idas) para descobrir toda a contribuição dos emigrantes em seus vales.

Descobrimos realmente Bento no ano de 2017, e após nos encantarmos resolvemos que de tempos em tempos iremos voltar para conhecer o que ainda não foi visto. Com isto crio este índice geral, ao qual irei alimentar após cada experiência.

Cada vivência possui um post próprio, contando em detalhes o que achamos. Se quiser nos ajudar com sugestões para os próximos mini roteiros, fique a vontade para colocar nos comentários.

Todos os lugares citados receberam bem a nossa Alice, por isso o recomendamos para quem, como nós, possuem pequenos viajantes.

Lembrando que todos os gastos são patrocinados por nós mesmos.

Vinícolas

Vinícola Cristofoli
Aqui você pode passear de trator, beber uma espumante enquanto admira o vale, ou simplesmente ter um almoço harmonizado. Um passeio muito agradável e que adoramos. Clique aqui para ler mais.

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Almoço harmonizado junto aos parreirais

Pizzato Vinhas e Vinhos
Uma vinícola para degustar vários rótulos muito bons e devidamente explicados, com espaço kids e uma rápida volta em seus vinhedos. Clique aqui para ler mais.

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Uma degustação de ótimos vinhos

Vinícola Salton
Para quem curiosidade de ver todo o processo industrial de uma grande vinícola, acompanhado de um belo prédio e algumas curiosidades como as taças dos papas. Clique aqui para ler mais.

Salton - Fachada
A fachada e o jardim encantam os visitantes

Passeios:

Caminhos de Pedra
Uma volta ao passado para ver um pouquinho do início da imigração italiana e suas casas de pedra, hoje bonitos ambientes para passear, dormir e degustar a gastronomia da serra. Clique aqui para ler mais.

Caminhos de Pedra - Casa da Erva Mate
Casas de madeira e de pedra lembram a história dos que desbravaram as terras

Parque da Ovelha
A vida no campo através dos cuidados com as ovelhas, apresentação dos produtos derivados do seu leite, a possibilidade de amamentar um filhote, até a apresentação das aves de rapina. Uma experiência interessante, principalmente para quem vive nas capitais. Clique aqui para ler mais.

parque das Ovelhas - Amamentação
A pequena ovelhinha sendo apresentada para a minha guriazinha de apartamento

Caminho Vale do Rio das Antas
A estrada com sua natureza, tendo como astro o Rio das Antas e por companhia restaurantes, vinícolas e mirantes. Clique aqui para ler mais.

Vale Rio das Antas - Mirante
Aquele momento em que você pensa em como o Brasil é bonito

Maria Fumaça
Trens antigos te fazem retornar no tempo com música, teatro, suco de uva e vinho. Uma verdadeira festa entre os trilhos que agrada a todas as idades. Clique aqui para ler mais.

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Um passeio divertido, com música e teatro

Epopeia Italiana
A história da imigração contada por atores, roupas e cenários. Dos navios lotados ao desafio de enfrentar a mata em um país desconhecido em busca de uma vida melhor. Clique aqui para ler mais.

 

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Do navio até a construção das casas

Hospedagem

Dall’Onder Vittoria:Localizado no centro de Bento Gonçalves tem um bom café da manhã, mas achamos o ambiente um pouco estranho no período da noite.

Hotel Villa Michelon:Localizado no Vale dos Vinhedos, possuí uma estrutura completa. Ótimo para quem vai com criança.

Gastronomia

Sapore & Piacere : Próximo a estação da Maria Fumaça, comida deliciosa em um lugar muito charmoso.
Pizza Entre Vinhos : Na entrada do Hotel Villa Michelon, pizzas maravilhosas e a opção de caminhar entre as estantes e escolher o vinho que irá acompanhar a refeição.
Restaurante Pignatella : Menu tirolez e atendimento gentil no roteiro do Vale do Rio das Antas.
Casa Vanni Espaço Gastronômico: No porão da casa de pedra um menu a la carte e ótimo atendimento para quem percorre o roteiro do Caminhos de Pedra.

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Caminho Vale do Rio das Antas

Bento Gonçalves propicia aos seus visitantes vários caminhos, um deles é o que percorre o Vale do Rio das Antas, em uma estrada que liga a cidade do vinho a Veranópolis.

Vale Rio das Antas - Mirante
Visão que o Belvedere do Espigão proporciona

A estrada em alguns pontos é uma subida, e muitos caminhões circulam por ali, por isto lembre-se: você está a passeio, relaxe e aproveite a paisagem já que está a 60km por hora.

Belvedere do Espigão

Fomos direto até este mirante que fornece uma bela vista do vale. Antes de pegar o celular, pare e observe. Nele é possível ver, além do próprio Vale das Antas, uma estação férrea, os acessos aos túneis e a casa de máquinas de uma usina hidrelétrica.

Vale Rio das Antas - Mirante 2
Dupla perfeita: beijo gostoso e natureza

Próximo à ponte-mirante um pequeno jardim com pedras em formato de margarida, um banco para sentar, vasos, arbustos e árvores formando um bonito cenário para quem gosta de tirar fotos. No local há também um mapa com sugestões do que realizar no caminho.

Vale Rio das Antas - Margaridas
Alice no caminho das margaridas

Ponte Ernesto Dornelles

Popularmente conhecida como a Ponte do Rio das Antas, possuí dois grandes arcos cinza paralelos, formando um bonito conjunto com a área verde que a cerca. Para tirar as fotos, paramos em um estabelecimento próximo ao rio que dá essa bonita visão, e de quebra fizemos amizade com um gatinho.

Vale Rio das Antas - Ponte
Ponte do Rio das Antas

Mirante das águas

Paramos antes do Mirante da Ferradura em outro sem indicação, próximo ao que parecia um antigo trilho de trem. Foi sorte pois conseguimos observar um pouco mais da natureza, já que no mirante inicialmente desejado não conseguimos parar devido ao trânsito.

Vale Rio das Antas - Ferradura
Uma visão mais próxima da ferradura

Restaurante Pignatella

Nosso almoço teve comida saborosa e atendimento gentil. Contamos toda a nossa experiência no primeiro restaurante Tirolez da Serra Gaúcha no post do Restaurante Pignatella.

pignatella arroz e nhoque
Almoço com arroz de espumante e nhoque

Vinícola Salton

A vinícola fica ao lado do Restaurante Pignatella, sem planejamento prévio, compramos os tickets e fizemos um dos tours de uma das grandes e reconhecidas vinícolas brasileiras. Contamos tudo no post Vinícola Salton.

Salton - Fachada
A imponente fachada do prédio principal da Salton

Ainda há muita coisa para ver como podemos observar no mapa da região e no site de turismo de Bento:
– Sucos Menoncin
– Cantina e Museu Cainelli
– SUD Birrificio Artigianale
– Haras Recanto do Gaúcho
– Cachaçaria Casa Bucco
– Casa Postal Vinícola e Bistrô
– Casa Possamai

Conforme formos desvendando mais lugares, vamos atualizando este post para dividir a experiência com vocês.

* Viagem totalmente patrocinada por nós
* Viagem realizada em janeiro/2019
* Alice estava com 5 anos e 8 meses

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Caminho Vale do Rio das Antas – Vinícola Salton

Nossa visita a Salton não foi nada planejada. Almoçamos no Restaurante Pignatella que fica ao lado da sede, e resolvemos aproveitar o embalo, já que o vai e vem da chuva nos fez abandonar a ideia de piquenique em definitivo.

Compramos o ingresso na hora para o Tour Intenso, cujo valor é R$30 por pessoal com 50% do valor revertido em crédito na loja. Crianças não pagam.

Salton - Fábrica
Área industrial: do recebimento da uva ao seu engarrafamento

O prédio é imenso, cheio de pinturas, algumas que são brincadeiras utilizando imagens conhecidas com integrantes da família. Elevadores são disponibilizados para quem possui algum problema de locomoção.

O que vimos de diferente na Salton em relação às outras vinícolas foi à parte industrial, do recebimento das uvas até o seu engarrafamento, é possível ver a automatização de todo processo.

Salton - Barris
Barris e as linhas mais preciosas da Salton

Durante o passeio visitamos a cave das Bordalesas, onde os barris são de carvalho importado e armazenam os vinhos premiuns da vinícola, Mas a parte mais legal é nas cava subterrânea, em um ambiente que lembra antigos castelos e possuem estátuas de anjo iluminando diferentes pontos, é possível ver a réplica das taças de vinhos utilizadas pelos Papas Bento XVI e Francisco.

Salton - Anjo
Em um ambiente escuro, vários anjos iluminam diversos pontos, o que pode assustar os mais desavisados

A taça do Papa Bento XVI possui mais detalhes e é mais fina, a do Papa Francisco é mais simples de aparência, mas com um tamanho considerável. Junto às taças estão as garrafas dos chamados vinho do Papa.

Salton - Papa
O Papa é Pop e também gosta de vinho

Ainda nas cavas foi possível ter um breve deslumbre da sala especial de degustação para quem faz o tour gerações, onde os vinhos experimentados são 6 premiuns.

Saímos das cavas e subimos na vida indo para o auditório de degustações. Achei legais as mesas que possuíam um descarte para quem não desejava beber todo o conteúdo da taça ou até mesmo engolir.

Foram degustados 5 títulos na seguinte sequencia:
Vinho Intense Branco Chardonnay
Vinho Paradox tinto Cabernet
Vinho Talento 3 uvas – conhecido como o vinho do Papa, depois de um gole você está perdoado de todos os pecados, amém.
Espumante Brut
Espumante Moscatel

Agora o mais legal da degustação para nós foi à enóloga ensinando a experimentar os vinhos. Foi uma pequena aula que ia desde o segurar a taça, o girar do vinho até parar para perceber a diferença do primeiro e segundo gole. Agora sim dá para fazer um charme nos restaurantes antes de autorizar que a taça seja completada.

Salton - Fachada
A fachada com o seu relógio solar é muito bonita, assim como o seu jardim

O fechamento deste tour, que não inclui a visita aos vinhedos para a nossa tristeza, ocorre no jardim da Salton, onde se pode observar a fachada e o seu relógio solar.

Ao final fomos para a loja trocar os nossos créditos pelo Grape Tea, um chá gelado que mistura uva moscato com ingredientes como chá verde, chá branco, limão, água de coco, pitaia, lichia, entre outros. Confesso que não sou muito fã dos vinhos da marca, mas este chá definitivamente conquistou o meu coração.

Salton - Chá
Com o nosso vale-compras trouxemos eles para casa, todos muito bons.

Vale a pena?
Se você é curioso, tem vontade de saber como é a fabricação industrial, gosta de lugares bonitos e experimentar diferentes vinhos, o passeio se paga.

Se você curte algo mais pessoal, com aquele ar mais intimista, provavelmente irá se decepcionar. Nós, por exemplo, como compramos na hora fomos encaixados em outro grupo que veio com agência de turismo. A nossa guia era muito legal, mas como ocorre nas grandes vinícolas, é mais impessoal.

Mais informações:
Endereço: Rua Mário Salton, 300 – Distrito de Tuiuty Bento Gonçalves
Site Salton

* Passeio patrocinado por nós
* Viagem realizada em janeiro/2019
* Alice estava com 5 anos e 8 meses

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Vinícola: Pizzato vinhas e vinhos

Para permanecer eternamente jovem como a personagem Adaline (se você ainda não assistiu a este filme eu recomendo: A Incrível História de Adaline) escolhi Bento Gonçalves para comemorar o meu aniversário.

Os brindes iniciaram em uma quinta-feira na vinícola Pizzato vinhas e vinhos, que fica bem próxima ao hotel que nos hospedamos, o Villa Michelon. O contato havia sido iniciado por e-mail, onde todas as dúvidas foram rapidamente respondidas.

pizzato parreiral
Parreiral da vinícola

Optamos em realizar a degustação orientada, que não necessita de agendamento prévio para grupos pequenos, isto é, menos de 10 pessoas. Pagamos uma taxa de R$ 20,00 por pessoa para provar 8 opções das Marcas Fausto e Pizzato.

Mesmo sendo um dia de semana de baixa temporada na serra, o local estava movimentado. Quem nos atendeu foi o Pedro, e junto na mesa havia duas paulistas que também adoram um vinho, então boas conversas foram iniciadas durante a degustação.

O que experimentamos:
Espumantes: Fausto Brut e Pizzato Brut Rose
Vinho Branco: Pizzato Chardonnay e Pizzato Sauvignon Blanc
Vinhos tintos: Fausto Cabernet, Fausto Merlot, Fausto Egiodola e Fausto Verve.

Como aniversariante do dia ainda tive a oportunidade de experimentar o DNA99, e entender porque este merlot tem sido considerado um dos melhores vinhos brasileiros. Durante a nossa visita ele não estava disponível para venda, sendo necessário entrar em uma lista de espera.

pizzato tábua
Tábua para acompanhar a degustação

Para acompanhar toda essa degustação, optamos em pedir uma tábua com queijos, pães, damasco, castanhas e frutas secas para um maior equilíbrio. Gostei tanto do azeite que acompanhava a tábua que acabei trazendo um para casa.

Se você vai com criança como nós o local oferece um pequeno espaço kids com uma mesinha e jogos. No caso da Alice ela ficou mais interessada em comer os queijos e tomar a água que era fornecida junto com os vinhos, mas sem distração eles não ficam durante o tempo em que se experimenta os vinhos.

pizzato
Estante com os produtos da vinícola e o espaço kids no cantinho dos planetas

Após a degustação aproveitamos uma pausa da chuva para conhecer os vinhedos. Identificados pelo tipo de uva, aprendemos sobre o motivo de na frente dos parreirais sempre haver rosas. Para quem desconhecia como nós, elas são usadas para sinalizar o aparecimento de pragas. Como a flor é delicada e bastante susceptível a contrair as mesmas doenças das uvas, ela manifesta os sintomas antes que o parreiral seja afetado, permitindo que uma ação seja tomada antes que a colheita seja afetada.

O local é bem bonito, valendo parar e admirar a região. Mais do que fotos, vale sentir a calma do local. Uma dica: use repelente, os borrachudos atacam durante os passeios e as chances de sair com as pernas avermelhadas são grandes.

pizzato uva
O cacho de uva e a sua protetora

Na volta fizemos umas comprinhas, pois é impossível sair do lugar de mãos abanando. Difícil é escolher, pois todos os vinhos são bons. Saímos com espumante, vinho branco e um tinto para o inverno. Confesso que fiquei namorando as caixas, mas o meu senso prático ganhou desta vez.

Mais informações
Endereço: Via dos Parreirais, S/Nº, Santa Lúcia Vale dos Vinhedos Bento Gonçalves, RS
Para acessar o site da vinícola clique aqui.

* Patrocinado por nós mesmos
* Visita realizada em janeiro/2018
* Alice estava com 5anos e 8 meses

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Dia 11 – Bate e Volta – Sant Sadurní D’Anoia

A Espanha produz cavas e vinhos maravilhosos. E Barcelona fica muito próxima da cidade que é considerada o berço da cava: Sant Sadurní D’Anoia.

Em um primeiro momento eu já dava como certa a visita a Freixenet (que fica ao lado da estação para quem opta pelo trem), só que durante as pesquisas me apaixonei pela Codorníu e a fábrica de chocolates Simón Coll. Ao reservar tentei encaixar as três, mas os horários não fechavam, assim a Freixenet acabou descartada por já conhecermos os seus produtos.

Você sabia que este post faz parte de um roteiro completo? Acompanhe a nossa trip completa por Barcelona com todos os detalhes dia-a-dia.

Para o dia de hoje havia feito reservas antecipadamente, mas sem precisar realizar o pagamento prévio. No caso é possível fazer uma reserva única com as próprias vinícolas, sendo que o pagamento ocorre para o lugar em que se visitar primeiro (que no nosso caso foi à fábrica de chocolate).

A ida até Sant Sadurní D’Anoia é rápida, e pegamos um trem na estação de Sants. O tempo de viagem foi de aproximadamente 45 minutos. Descemos na estação da cidade e seguimos até o centro da mesma, onde segundo as placas encontramos o nosso primeiro ponto de encontro.

Atenção: na cidade tem a loja e a fábrica Simón Coll, então no Google o ideal é colocar o endereço da fábrica, senão o app irá te direcionar para a loja.

Fábrica de chocolates Simón Coll
Para equilibrar os horários optamos pela visita das 11hs em catalão. Apesar de parecido com o espanhol, observamos que ela não é tão fácil de entender, exigindo uma atenção extra no seu locutor.

Simon Coll
Entrada da Fábrica da Simón Coll

A visita possuí três momentos:
– Vídeo: um vídeo misturado ao próprio ambiente conta a origem do chocolate como iguaria, assim como da própria fábrica. Os locais de origem do cacau e a evolução da sua utilização.

– Apresentação da fábrica: protegido por um vidro, se acompanha um espaço montado para mostrar como o chocolate é realizado na Simón Coll, também é explicado os tipos de cacaus (eles compram da África e das Américas) e chocolates são distribuídos para se entender a diferença de textura e sabor conforme a origem.

Simon Coll 2
Os tipos de cacau e degustação

– Loja: depois de aprender sobre a origem, entender a diferença dos gostos é hora de gastar os euros na loja da fábrica. para quem é chocólatra tem um problema a mais: cada tipo de chocolate possuí amostras para degustação. Então você compra sabendo o gosto que tem. E quanto mais você experimenta, mais você quer comprar, pois os chocolates deles são muito bons.

Eles também fabricam os chocolates Amatller, cujas belas caixas são facilmente encontradas em Barcelona e também são deliciosos.

Um pouquinho de história
A Simón Coll produz chocolate desde 1840, e foi em 1972 que eles compraram a marca Amatller, que pertencia aos mesmos donos da casa Amatller. Hoje eles fabricam e vendem as duas marcas, sendo que os que levam a marca Amatller são um pouco mais caros, assim como as embalagens mais sofisticadas. Mas ambas as marcas são de altíssima qualidade.

Para saber valores, horários e reservar a sua visita, clique aqui para acessar o site.
As visitas combinadas com uma das vinícolas possuem desconto.
Crianças até 8 anos não pagam.

Como chegar:
A fábrica fica no endereço abaixo:
Centre de Visites, Informació i Reserves
Sant Pere, 37
08770 Sant Sadurní d’Anoia

Feira
No caminho para o restaurante fomos ver a feira que ocorre as quintas-feiras na cidade. São bancas espalhadas pelo centro vendendo roupas, sapatos, antiguidades e outras coisinhas. Fica mais a título de curiosidade, não é algo essencial para a sua visita.

Feira
Feira que ocorre nas quintas e sábados

Almoço
Seguindo recomendação, deixei reservado o nosso almoço no restaurante Cal Blay Vintincinc. Ele foi apresentado como um restaurante focado no enoturismo (algo muito lógico para a cidade das cavas) e a nossa ideia era experimentar o menu completo.

Menu Infantil
Menu infantil

Chegamos um pouco antes do horário marcado no local, mas na porta não havia indicativo de que estava aberto e não enxergávamos ninguém circulando pelo local.

Estávamos pensando em um plano B quando um casal chegou e simplesmente empurrou a porta. Seguimos e então surgiu uma pessoa de outro ponto para atender.

Sobre o local: é pequeno e bonitinho. O detalhe dos talheres sobre a rolha são um encanto. Eles só atendem quem tem reserva e possuem menu infantil. Mas são demorados para te atenderem. Com isso fizemos a primeira modificação para não nos atrasarmos na visita a vinícola: trocamos para o menu exprés (prato principal + sobremesa ou café + agua e vinho ou cava).

A comida era boa, mas não maravilhosa. Não serviram a sobremesa do Marco e da Alice, e tentaram cobrar um café sem ter servido o menu completo.

Pelo conjunto da obra, não recomendamos.

Codorníu
Fomos a pé do centrinho até a vinícola já que havíamos levado o carrinho. A distância não é grande, mas tivemos que atravessar uma estrada semelhante as nossas BR’s que não nos deixou muito confortáveis. O fato de a mesma estar em obras ajudou na função e fiquei na dúvida se em um período normal a travessia não pode ser mais complicada.

Codorniu
Entrada da Codorníu

Para fazer o passeio na Codorníu tivemos que deixar o carrinho. Na recepção nos ofereceram guardas as sacolas com os itens comprados na fábrica de chocolate. Pulseiras colocadas nos pulsos, iniciamos a visita, agora em língua espanhola.

Em um primeiro momento fomos direcionados a um auditório onde um vídeo contando a história da vinícola foi apresentado. Neste momento juntaram dois grupos: os dos visitantes independentes e um grupo de excursão.

Terminado o vídeo o grupo foi separado para visitar a vinícola, passando por belas casas e prédios.

Entramos em um prédio aparentemente térreo. Dentro estão máquinas antigas utilizadas para a fabricação de vinho. Na mesa de aromas é possível sentir o cheiro de diferentes uvas, todas as origens desta bebida dos deuses.

Com o perfume ainda nas narinas começa uma descida e o frio. E vamos parar entre barris e garrafas e toda uma explicação sobre a fabricação da cava. Junto com a gente outra família animada, cheios de histórias e perguntas.

Para quem vai com criança, a parte mais divertida é a do trem, com a nossa guia radical, andamos pelos túneis rapidamente, tentando captar tudo a volta.

O grand final está na degustação de duas cavas: uma rose e outra brut. Para a Alice suco de uva. Os três muito bons. E a última etapa está na lojinha, pois ainda com o sabor da bebida nos lábios fica difícil de resistir. Mas achei os preços bons, é necessário ver as promoções, pois senão realmente o preço não difere do El corte Inglês, por exemplo.

Codorniu 10
Degustação: gostamos tanto que trouxemos as duas para casa

Tomamos um pequeno susto na hora de ir embora, pois estavam fechando a recepção quando o tour terminou. Abri a porta que ainda não estava chaveada e logo apareceu um funcionário apavorado, que se acalmou quando eu disse que eles haviam solicitado para deixar nossas coisas lá.

Com o carrinho e os chocolates recuperados, eles mesmos chamaram um táxi para que retornássemos a estação do trem. O preço do táxi é bem salgado para uma viagem de 5 minutos, mas com a chuva se aproximando se fez necessário.

Um pouquinho de história:
A Codorníu é uma empresa familiar, e foi a vinícola que iniciou a produção de cava e hoje é uma das maiores fabricantes do mundo. A história familiar e da Catalunha se misturam, tornando a visita ainda mais interessante. Assim como os prédios projetados pelo arquiteto modernista Josep Puig i Cadafalch, que são lindos.

Codorniu 5
Olhando de fora não se imagina o que há embaixo

Visitas:
Existe mais de um tipo de visita, nós optamos pela que se chama Visita Codorníu e tem uma duração de uma hora e meia, sem contar o tempo na loja.

Para quem ficou interessado e quiser saber os tipos de visita, valores e/ou reservar, clique aqui para ir à página da vinícola.

Como chegar:
Endereço: Avda Jaume de Codorníu s/n
08770 Sant Sadurní d’Anoia (Barcelona)

Nós optamos por trem, mas também é possível ir de ônibus ou em grupos de excursões que partem da cidade de Barcelona.

Para ir de trem:
Cercanías Renfe – Línea 4
Desde Barcelona-Sants até Barcelona Plaça Catalunya (duração de 45 minutos com diversas paradas):
Cercanía Renfe / Línea 4 dirección a Vilafranca del Penedès / Sant Vicenç de Calders / Estación de Sant Sadurní d’Anoia

O retorno de trem foi tranquilo, assim como a nossa chegada em Barcelona. A chuva também nos aguardava, acalmando o calor. Seguimos a nossa rotina de jantar no apartamento e descansar para o próximo dia.

* Quer mais fotos? Siga nosso instagram @3geracoese1mala
* Alice estava com 5 anos e 1 mês
* Viagem realizada no mês de junho/2018
* Patrocinada por nós

Lisboa – Dia 3

Vinho, arte, religião e cotidiano são as palavras que definem o nosso terceiro dia em terras portuguesas.

Você sabia que este post faz parte de um roteiro completo? Acompanhe a nossa trip completa por Portugal com todos os detalhes dia-a-dia.

Palácio da Bacalhôa

Nossa primeira parada neste dia foi o Palácio da Bacalhoa. Antiga propriedade da realeza portuguesa, também conhecido como Palácio dos Albuquerques, é cuidadosamente preservada pela Fundação Berardo, dos vinhos Bacalhoa.

Utilizada pela família, possui um espaço todo especial para visitação, onde é possível retornar ao passado e vislumbrar lindas peças ou nos assombrar, como no momento em que se pode caminhar por um piso de vidro e descobrir o que há por baixo do castelo.

 

No jardim, uma miniatura de labirinto e ao fundo uma casa com os lindos azulejos e imagens muito expressivas. Uma das que mais me impressionaram foi de violência à mulher, uma prova real de como a falta de respeito se estende a tempo demais.

O lugar é um encanto, hora colorido, hora sombrio, onde morte e vida se misturam rodeado de parreirais cheinhos de uva. A visitação tem o acompanhamento de uma guia que nos dá uma pequena aula tanto sobre os vinhos que dali serão originados como das peças que nos encantam.

Quinta da Bassaqueira (Sede Bacalhôa)

Nossa segunda parada foi a sede dos vinhos Bacalhôa, localizada na Quinta da Bassaqueira em Azeitão.

Na chegada nos deparamos com soldados e um cachorro azul. Pequenos jardins e lindas árvores completam a recepção. O que encontramos lá: uma linda exposição africana dedicada a Rainha Ginga. Uma exposição de móveis maravilhosos, do tipo que dá vontade de ter em casa e claro, azulejos e barris. Na sala de armazenamento de vinhos o cheiro é bastante forte e o local bastante frio. A dica é levar um casaco junto.

No final do passeio se tem uma prova de vinhos. Experimentamos três tipos: Moscatel de Setúbal, Catarina (Branco) e Meia Pipa (Tinto). Gostamos tanto que nos encorajamos a trazer pela primeira vez na mala. Os nossos favoritos foram o Catarina e Meia Pipa, comprados por 4 euros cada (no Brasil eles custam mais de setenta reais). Na loja eles vendem por 2 euros uma embalagem especial com plástico bolha que protege as garrafas durante a viagem.

Antes de ir embora não deixe de ver a árvore Kaki, bisneta da única árvore sobrevivente à bomba jogada em Nagasaki durante a segunda guerra mundial. Aliás, prepare a máquina fotográfica, pois o local é lindo e enche os olhos para quem gosta de natureza e arte.

Maiores Informações:
Para fazer os passeios Palácio mais o Museu existe horário pré-definido: 10h30; 14h30; 15h30 (Fizemos o das 10h30 e foi bastante tranquilo, a dica para quem não está acostumado a beber é reforçar o café da manhã).

Os passeios podem ser reservados com antecedência.

Valores dos ingressos (referência ano 2015):
– Museu – 3€
– Palácio – 4€
– Palácio e Museu da Bacalhôa – 6€

Recomendo muito fazer o passeio duplo, pois em duas horas se tem uma aula de história, arte e vinho com direito a brinde no final.

Endereço: Estrada Nacional 10, 2925-901 Azeitão
Site Bacalhôa

Fragata D.Fernando II E Glória

Nossa terceira parada foi rápida, apenas para conhecer a Fragata D.Fernando II E Glória. Localizada na doca nº 2 em Cacilhas, esta nau fica aberta para quem deseja conhecer uma legítima embarcação portuguesa.

Não fizemos a visitação interna (tarifa de 4 euros por adulto), mas pelo lado de fora já é possível admirar esta bela embarcação. Ela encanta pelos detalhes, e fica a curiosidade de saber se após a restauração ela irá navegar novamente no Rio Tejo.

Mais informações:
Endereço: Largo Alfredo Dinis, Almada

HORÁRIO DE VERÃO (1 de maio a 30 de setembro)
Todos os dias(*) das 10h00 às 18h00 – Última entrada às 17h45
HORÁRIO DE INVERNO (1 de outubro a 30 de abril)
Todos os dias(*) das 10h00 às 17h00 – Última entrada às 16h45
(*) – Às segundas-feiras, o horário de abertura é às 12h00
Não funciona nos seguintes dias: 1 de Janeiro, domingo de Páscoa, 1 de Maio e 25 de Dezembro

Site Fragata

Cristo Rei

Foi em uma tarde com muito vento que o Cristo Rei nos recebeu. Inaugurado em 1959 é impossível não associa-lo ao Cristo Redentor do Rio. A diferença está no espaço de circulação e na religiosidade, muito mais forte na versão portuguesa.

No mirante podemos ver Lisboa e a Via-Sacra de Jesus. Na porta do monumento estão os dez mandamentos. Na parte interna, nos quatro pilares simbolizando os pontos cardeais, esta a Capela de Nossa Senhora da Paz. Para quem desejar, existe a possibilidade de pegar um elevador e ir até um terraço, onde se pode admirar mais de perto os detalhes do Cristo e ter uma visão ainda mais ampla da cidade de Lisboa.

Uma observação: a visita ao local e a capela é gratuita, para utilizar o elevador e ir até o terraço paga-se 5 euros. Na capela, muitas obras lindíssimas. É necessário passar por cada sala para não perder nenhum detalhe.

O que eu adorei: existem cartões com mensagens em todas as línguas, onde você pode usar a parte de trás para realizar agradecimentos e pedidos, colocando o mesmo em uma urna. Não deixe de pegar o seu.

Maiores informações:
Endereço: Praceta do Cristo Rei 27A, Almada
Horário: 09h30 às 18h30

Igreja São Domingos

Os bancos individuais de madeira, as paredes queimadas, o teto alaranjado, o piso marcado. Mas o que poderia ser sombrio é iluminado pelo sol que entra pela porta e frestas, assim como pelas velas e objetos dourados.

Localizada em Lisboa, ao lado do Rossio, foi construída no século XIII pelo rei D. Sancho II, e passou por uma série de eventos, como terremoto e incêndio que exigiram sua reconstrução, mas não aliviaram as perdas de pinturas e imagens valiosas.

Simples e grandiosa, ela nos convida a imaginar o desespero dos que ali eram condenados por heresia e o esplendor que deveriam ser os casamentos reais. É o tipo de lugar que transpira estória e pode inspirar histórias. Não deixe de visitar e se surpreender, pois não é a toa que ela foi classificada como monumento nacional.

Maiores informações:
Endereço: Largo São Domingos, Lisboa
Horário: 07:30 – 19:00

Flanando por Lisboa: Rua Augusta, Praça do Comércio, Arco Triunfal e Rossio

Caminhar por Lisboa é simplesmente divertido. A cidade pulsa história, simpatia e gastronomia. Você pode encontrar uma barbearia que faz corte a antiga, se deparar com praças e monumentos de figuras por aqui conhecidas ou quem sabe comprar um Licor de Merda.

Na Rua Augusta um calçadão apenas para pedestres com muitas lojas e restaurantes, atendendo a todo tipo de público. Em seus extremos, duas praças: a do Rossio e a do Comércio. Curiosamente foi o único local que me senti insegura durante toda a viagem. Havia artistas nas ruas, e em um momento uma pessoa chegou a passar encostada na gente. Extremamente movimentada, é considerada um ponto obrigatório de visita, pela beleza da arquitetura e o próprio comércio.

Antes da Praça do Comércio encontramos o Arco Triunfal. Seu relógio impede os mais desavisados de se perderem no horário de verão (o Sol demora em se despedir nos dias quentes). Ao parar embaixo, é possível observar o cuidado e a beleza dos desenhos. Ao olhar para o lado, surpreenda-se com as luminárias e o piso. Ao olharmos da praça, teremos a visão dos seus guardiões e uma visão total da sua beleza.

Na Praça do Comércio é possível deixar as crianças correrem atrás dos pombos, admirar o Tejo e ter outra visão de Lisboa. Conhecida como Terreiro do Paço, já foi a principal entrada da cidade para quem chegava via água. Grandiosa, é cercada por prédios baixos, as cores brancas e amarelas predominam no local.

No Rossio, vale a pena conhecer a Estação Ferroviária, um prédio histórico com bonitos detalhes.

Gastronomia

A culinária portuguesa é rica em cheiros e sabores, e durante a caminhada alguns lugares atraíram a nossa atenção.

O que aprovamos:

Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau: Os bolinhos de bacalhau são maravilhosos, ouso dizer divinos. Pelo seu tamanho dois já valem por uma refeição.

Maiores Informações:
Endereço: Rua Augusta, nº 106 e 108
Horário: Todos os dias das 10:00 às 22:00
Site Casa Portuguesa

O que não aprovamos:

A confeitaria Nacional, que data de 1829, foi a minha decepção. Seus doces são lindos na aparência, do tipo que despertam o desejo de comprar todos. Mas achei que o atendimento deixa a desejar e pelo menos o doce que eu escolhi não tinha gosto de quero mais, na verdade achei bem mais ou menos.

Restaurante São Nicolau: Escolhemos pelo fato de ser o horário da janta da Alice e os pratos de massa pareciam de preparo simples,sem muitos temperos, perfeitos para o paladar dela. Mas o restaurante possui atendimento demorado, tivemos que fazer o pedido duas vezes e implorar para pagar a conta. A massa com molho bolonhesa parecia comida esquentada em micro-ondas, sem gosto e meio crua.

* Viagem realizada em Agosto/2015* Como guias tivemos o pessoal da Além Mar Turismo
* Alice estava com 2 anos e 2 meses na época
* Viagem patrocinada por nós mesmos

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