Roteiro 7 dias pela Toscana

Rodar pelas estradas da Região da Toscana na Itália é se sentir dentro de um cenário de filme, suas cidades e paisagens são simplesmente deslumbrantes, tornando a viagem inesquecível e a hora de ir embora deixa aquele gostinho de quero mais.

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Hospedagem em Siena: Hotel Athena

Ao escolher Siena como cidade base para conhecer o interior da Toscana, duas certezas eu tinha em relação a hospedagem: ter estacionamento e permitir chegar na cidade a pé. Neste post eu compartilho com vocês os critérios utilizados para a nossa seleção e claro, a nossa avaliação do Hotel Athena.

Reservamos três noites para ficar em Siena, e aqui tínhamos um detalhe extra: a necessidade de estacionamento, já que havíamos alugado um carro para fazer os passeios. Mas ao contrário do que ocorreu em Florença, não foi necessário baixar os valores das diárias, já que os preços se mostraram mais amigáveis.

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Roteiro de um dia em Siena

A cidade de Siena – também conhecida por Sena – é uma cidade da região da Toscana que encanta pelo seu centro histórico e o patrimônio artístico, que a classificou como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. E neste post compartilhamos com vocês o nosso dia nesta cidade incrível.

Escolhemos Siena para ser a nossa segunda base na Toscana, mas infelizmente só deixei um dia para conhece-la, o que nos deixou com vontade de retornar.

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Gastronomia: Onde comer em Siena

Siena foi a nossa base para descobrir um pouco do interior da Toscana. Ficamos hospedados três noites na cidade e com isso tivemos a oportunidade de experimentar alguns restaurantes. Neste post fizemos uma relação dos locais visitados e qual foi a nossa opinião sobre eles.

Embora você irá perceber quando chegar lá, não custa lembrar que na Itália não existe o pecado da gula, são tantas escadas para subir que calorias se tornam um detalhe. Cada região tem o seu prato típico, isto é, aqueles cozinhados com ingredientes locais. E não esqueça da taça de vinho para harmonizar e lembrar de como a vida é bela.

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Roteiro 3 dias em Florença

Florença ou Firenze é a capital da Toscana. Também é a cidade das obras de artes e da arquitetura renascentista. Lugar da bisteca fiorentina, das ruas sem carros e de um lindo Pôr do Sol. Neste post eu conto como foram as nossas quatro noites e três dias nesta cidade que pulsa cultura, além de informações de como chegar e hospedagem.

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Museo Galileo

Em uma tarde de verão tivemos o prazer de conhecer o maior museu de ciência e tecnologia da Itália. O museu que leva o nome do físico, matemático, astrônomo, filósofo e florentino Galileu Galilei – em italiano Galileo Galilei – exibe diferentes tipos de ferramenta e instrumentos científicos desde o período do Renascimento até o século XX.

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Gastronomia: Onde comer em Florença

Ficamos quatro noites em Florença e com isso tivemos a oportunidade de experimentar alguns restaurantes da cidade, incluindo a típica bisteca fiorentina. Neste post fizemos uma relação dos locais visitados e qual foi a nossa opinião sobre eles.

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Galleria della Accademia

Conhecida por abrigar uma das mais famosas esculturas já feitas, a Galleria della Accademia de Florença é a casa do David de Michelangelo e de muitas outras obras.

Um pouco da história da Galleria della Accademia

Também chamada de Museu de Michelangelo, sua fundação ocorreu no ano de 1794 com o objetivo de ser um local para os estudantes da Academia de Belas Artes. Com o tempo ela foi recebendo obras, como parte da coleção privada da família Médici e dos Lorenas, pinturas de conventos, até que em 1873 a estátua de David de Michelangelo Buonarroti foi transferida da Piazza della Signoria – hoje a praça possui uma cópia – para a Accademia, para fins de proteção e conservação.

Sua abertura para o público ocorreu em 1892, e com o tempo foi ganhando novas salas, como na década de 1950 quando foram abertas as salas Colosso e Bizantinas. Mais tarde vieram a gipsoteca de Lorenzo Bartolini e o departamento de instrumentos musicais.

Visitando a Galleria della Accademia

Comprei nossos ingressos antecipados para o horário de entrada entre as 09h30-09h45, chegamos uns dez minutos antes e entramos na fila para pessoas com horário marcado. Na hora agendada entramos, e após passar pela segurança iniciamos a nossa caminhada pelas salas.

Gesso preparatório da obra O Rapto das Sabinas

Sala do Colosso

A primeira coisa que vimos ao entrar foi o gesso preparatório da obra de Giambologna chamado o Rapto das Sabinas, que fica na Sala do Colosso, a original está na Piazza della Signoria. No local também há obras dos artistas fiorentinos dos séculos XV e XVI, como o melancólico quadro Santa Maria Maddalena de Filippino Lippi.

Santa Maria Maddalena

Outras obras que podem chamar a sua atenção é o Cenas de Vida Monástica, onde quatro santos são personagens de Paolo Uccello, Madonna col Bambino e São João batista de Botticelli, assim como o painel Deposição da Cruz de Filippino Lippi e Pietro Perugino.

Museu dos Instrumentos Musicais

Como a área em frente a Sala do Colosso estava muito aglomerada, nós fomos para o Museu dos Instrumentos Musicais, que reúne cerca de 40 instrumentos entre os séculos 17 e 19 que pertenciam as Famílias Medici e Lorena, incluindo o mais antigo piano vertical conhecido.

Instrumentos e área interativa que encantou a Alice

Esta foi a parte favorita da Alice, pois havia uma área interativa onde é possível mexer pequenas caixas de madeira e ver o som que elas emitem.

Galeria dos Prisioneiros

Retornando ao fluxo da obra principal, passamos pelo projeto que Michelangelo chamou de tragédia de sua vida, onde houve seis versões para os escravos que ficariam no túmulo do Papa Júlio II. Ao final também encontramos uma das quatro Pietà que o artista realizou durante a sua vida, esta é conhecida como Pietà di Palestrina.

Pietà di Palestrina

O David

Uma escultura de mármore branco com 5,17 metros de altura, com detalhes impressionantes do corpo humano, representa a figura de David, da história de David e Golias.

O impressionante David de Michelangelo

Michelangelo não esquece nada, das marcas dos ossos, das veias saltadas nos pés e nas mãos, indo das unhas sem esquecer a barriga tanquinho, a sensação que se tem é que a qualquer momento ele irá se movimentar e sair andando.

A escultura do corpo humano em seus mínimos detalhes

O momento que antecede a luta também está ali, representado pela tensão na musculatura, a mão direita segurando a pedra que atingiria Golias e a esquerda mantendo a funda em seu ombro. Suas feições, da testa franzida aos olhos expressivos trazem um misto de sentimentos em relação ao que ele irá enfrentar.

Enfim, só vendo ela de perto para entender todo o fascínio que o David de Michelangelo provoca.

Braços da Tribuna

Espaço com artes sacras de contemporâneos de Michelangelo, como a Deposição da Cruz de Agnolo Bronzino e a Anunciação de Alessandro Allori. Confesso que elas não atraem muito a minha atenção, então acabei passando mais rapidamente sem tirar fotos enquanto seguia a Alice para outro espaço.

Gipsoteca

A sala onde estão os gessos preparatórios de alunos e professores da escola de arte ficou conhecida aqui em casa pela sala dos pelados. São diversas obras de crianças e adultos, que podem ser só o busto ou de corpo inteiro, havendo várias de crianças desnudas.

Além dos gessos há também quadros que dão um colorido a sala praticamente branca.

Salas de 1200 e 1300

A arte Gótica Bizantina com suas figuras religiosas marca presença nestas salas, como a Árvore da Vida de Pacino di Buonaguida. Para quem gosta, e caso esteja aberto, pode ver mais destas obras no segundo andar.

Vale a visita?

Claro que vale, além de ter uma das obras conhecidas mundialmente, deve ser no mínimo um dos seus lugares a ir em uma primeira vez em Florença.

O museu é pequeno, podendo ser feito em uma hora, uma hora e meia. Se você viaja com criança, e ela não curte muito este tipo de passeio, este é tão fácil de percorrer que dificilmente haverá tempo de bater o tédio, principalmente se ela se interessar pela parte interativa. Claro, se você é super fã de obras de arte, este tempo com certeza será maior, mas nada que ocupe mais de um turno.

Nós gostamos bastante de realizar a visita pela manhã, sim haviam muitas pessoas, mas com o desvio que fizemos para a sala dos instrumentos, tivemos um pouco mais de tranquilidade, já que os corredores de pontos turísticos que entraram no mesmo horário já haviam passado pelo David.

Comprando o ingresso para Galleria della Accademia

A Accademia é o segundo museu mais visitado de Florença, então se você vai viajar em um período com maior movimentação, como foi o nosso caso, a melhor solução é comprar o seu ingresso pela internet, que possibilita escolher o horário e já sair com o roteiro planejado. Além disso existe limitação de visitantes, e com o ingresso reservado não há risco de ficar sem conhecer.

Nós compramos um mês antes no site oficial, mesmo local que adquirimos os ingressos da Galleria degli Uffizi, na época o valor foi de 12 euros por adultos e gratuito para a Alice. Todos pagaram a taxa de 4,00 euros do site.

Recebi um e-mail com a comprovação de compra dos ingressos, e como visitamos primeiro a Uffizi, recebemos todos ingressos impressos na sua bilheteria.

É possível comprar ingresso no local, sem a taxa do site, mas você corre o risco de perder um bom tempo em uma fila. Então caso esta seja a sua opção, fica a sugestão para pesquisar o movimento no período desejado.

O site oficial em que realizamos a compra foi o b-ticket administrado pela Firenze Musei.

Maiores informações

Endereço: Via Ricasoli, 58-60.

Horário
De terça a domingo: das 8:15 às 18:50 horas.
Fechado às segundas, 25 de dezembro, 1º de janeiro e 1º de maio.
Devido a COVID-19 estas informações sobre dia e horário de visitação podem mudar, recomendo sempre uma consulta antes para verificar o horário mais atual.

Transporte
Ônibus: linhas 1 e 17.

Lugares próximos que você pode combinar no roteiro por Florença: Complexo del Duomo.

* Viagem realizada em Setembro/2019
* Alice estava com 6 anos e 4 meses
* Todos os custos foram pagos por nós

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