Curitiba – Roteiro 4 Dias

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Uma cidade onde as quatro estações do ano aparecem no mesmo dia. De ruas limpas e transporte eficiente. Pontos turísticos para todos os gostos e boa gastronomia. A capital do Paraná é uma ótima opção para quem quer aproveitar um feriado prolongado, e foi isso que nós fizemos.

Aproveitando os pontos do cartão para reservar o hotel e uma promoção de passagem aéreas da Gol, lá fomos nós no feriado de finados apresentar para o Marco e para a Alice um lugar que mora em nosso coração (Eu e a vovó moramos lá por 4 anos).

Também fizemos um teste nesta viagem e fomos só de mochila, para quatro dias foi bem tranquilo, embora sempre se sinta falta de alguma coisa e limite bastante à compra de qualquer coisa diferente.

E no requisito transporte, por estarmos em 4 pessoas, utilizamos bastante o Uber, inclusive para sair e chegar ao aeroporto, e valeu bastante a pena.

Mas chega de bla bla bla, quem quiser mais detalhes do nosso dia-a-dia, é só clicar no link.

Dia 1

– Embarque Salgado Filho
– Chegada ao Afonso Pena

– Check-in Go Inn Curitiba (Recomendamos)

– Jardim Botânico

– Almoço no Mercado Municipal (Recomendamos)

– MON

– Jantar no Shopping Curitiba

Dia 2

– Passeio de trem Curitiba-Morretes com parada na volta em Antonina

Dia 3

– Santa Felicidade

– Ópera de Arame

– Bazar Doce

– Cuore di Cacau Chocolateria (Obrigatório para chocólatras)

Dia 4

– Centro histórico

– Feira do Largo da Ordem

– Shopping Muller

– Passeio Público

– Calçadão

– Rua 24 horas

– O Famoso Brigadeiro

– Volta para casa

Ficaram pendentes os parques, pois a chuva atrapalhou bastante durante o final de semana. Ficando para a próxima, afinal, Curitiba sempre tem um doce motivo para voltar.

* Quer ver mais fotos? Siga nosso instagram @3geracoese1mala
* Viagem realizada em novembro/2017
* Alice estava com 4 anos e 6 meses
* Viagem patrocinada por nós mesmos
* Todas as fotos são autorais

Curitiba – Dia 4 – Feira, Centro, Brigadeiro e volta da casa

Munidos de nossas capas de chuva fomos até o centro histórico de Curitiba para passear na Feira do Largo da Ordem. Suas bancas oferecem uma diversidade de produtos, que vão de quadros, brinquedos, enxoval de bebê, objetos de decoração, roupas e comida. Uma verdadeira tentação para quem gosta de coisas bonitas e/ou diferentes.

Pelas praças e ruas que ela ocupa o mais desavisado pode não notar o relógio de flores (ou verde dependendo da época), a mesquita árabe, igreja e outros bonitos prédios ao seu redor.

Nosso almoço foi no shopping Muller, após passamos Praça 19 de novembro com suas grandes estátuas onde estava ocorrendo à parada gay (sendo impossível tirar foto de suas grandes estátuas) e fomos direto para o passeio público.

O parque municipal mais antigo de Curitiba tem pracinha, aves, pontes e muitas árvores. Não havia água no espaço destinado, e apesar de ser um espaço que poderia ser maravilhoso para famílias, havia poucas pessoas circulando pelo local, mesmo após a pausa da chuva.

Em comparação com a década de 90 senti a falta de mais cuidado com o local. Mesmo assim ele conserva o seu charme, e em um dia de sol ainda deve ser um passeio agradável.

Centro

Seguimos caminhando até chegar ao calçadão, onde passamos pelo bonde, pelo palácio onde ocorrem as apresentações de natal, até chegar à boca maldita, ponto de protestos e discussões. Perto dela aproveitei para matar a saudade da escola que frequentei, na época chamado de IEP, hoje de Erasmo Piloto. O que notamos no caminho: pouco movimento no calçadão, muitos moradores de rua. Aquele sentimento de insegurança que mantém a máquina fotográfica e o celular guardados.

Na volta a pé para o hotel passamos pela Rua 24 horas, uma estrutura fechada com vários pontos comerciais (a maioria estava ironicamente fechado no dia).

Brigadeiro

Para fechar a estadia, fomos fazer um lanche no O Famoso Brigadeiro. Super recomendo. Pegamos um bolo com cobertura de brigadeiro. Eles trazem o bolo sem cobertura, e na sua frente despejam o brigadeiro ainda quentinho. Simplesmente dos deuses.

E os brigadeiros são deliciosos, compramos uma caixinha para experimentar alguns dos sabores e amamos. O tipo de lugar que você tem vontade de voltar e comer mais.

Após retornamos ao hotel, que simpaticamente havia guardado as mochilas no depósito de bagagens gratuitamente e fomos para o aeroporto. Retorno tranquilo e feliz após 4 dias nesta cidade que tem um pouquinho do nosso coração.

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Curitiba – Dia 3 – Santa Felicidade, Ópera de Arame e Doces

Em um sábado chuvoso, iniciamos o nosso dia indo para o bairro de imigrantes italianos chamado Santa Felicidade, que está presente em post e lugares listados para ir a Curitiba. O curioso aqui é que nos 4 anos que morei na cidade sabíamos da sua fama gastronômica, mas acabamos nunca visitando, por isso ele não ficou de fora do roteiro.

Santa Felicidade

Nossa primeira parada foi em uma das lojas da Vinícola Durigan que fica na avenida Manoel Ribas. Na parte de fora um chafariz com estátuas que simulam a mais antiga forma de se produzir o vinho, na parte interna uma mistura de mercados antigos com cantina italiana, vemos camisas de futebol, uma caixa registradora muito antiga, objetos que remetem as origens do vinho, doces, acessórios e claro, muitas garrafas de vinho. É possível degustar gratuitamente alguns rótulos no balcão. Gostamos do vinho e os preços eram bem acessíveis, não trouxemos nenhum por estarmos na versão mochileiros.

Santa Felicidade

Em nossa caminhada passamos pelos dois restaurantes Madalosso, e o novo impressiona pelo tamanho, e pela Paróquia São José e Santa Felicidade mas não chegamos a entrar. A nossa ideia era ir ao Bosque Italiano, mas ao chegarmos ao mesmo, estava fechado.

Esperávamos mais do bairro, além da grande variedade de restaurantes não o achei tão encantador como algumas cidades de imigrantes do Rio Grande do Sul, por exemplo.

Almoço

Havia feito reserva antecipada em um dos restaurantes mais bem avaliados do bairro, o Famigliia Fadanelli, já que o tempo de espera indicava quase uma hora e com criança não rola.

O ambiente é bonito, nas mesas é disponibilizado um cartão postal para enviar gratuitamente para amigos e familiares. O atendimento é bom, são atenciosos e rápidos.

O ponto foi a comida. Para Alice pedimos tirinhas de mignon e a pequena aprovou. As entradas (cobradas a parte) possuem pequenas delícias como o figo assado e os queijos.

O problema ficou no nosso prato principal. Para os adultos pedimos o best seller indicado pela casa, o Capretto que serve de 3 a 4 pessoas, e consiste em paleta de cabrito assada com manteiga e alegrim, batatas coradas, brócolis e tagliarini na manteiga. A massa estava boa, a batata e o brócolis no padrão, mas a paleta foi difícil de comer. Faltava sabor. Um molho mais forte, até mesmo sal, talvez tornasse a carne mais apetitosa. Nem o nosso carnívoro de plantão se animou a repetir. Ficou mais da metade na bandeja. O garçom ofereceu para embalar para levarmos, mas a sensação que ficou era de nunca mais querer ver na nossa frente.

Ópera de Arame

Após o almoço fomos para a famosa estrutura tubular que serve de palco para diferentes tipos de espetáculo na cidade de Curitiba. Sua integração com a natureza impressiona pela beleza, a vista da pedreira, a ponte sobre as águas te levam para um mundo paralelo.

Ópera de Arame

Na parte de baixo há um café-restaurante com uma decoração muito bacana. Como choveu muito quando chegamos, foi possível explorar e descansar no local. Além de brincar no balanço florido e espiar os patos nadando.

O acesso a Ópera de Arame é gratuito, lembrando que a parte destinadas a espetáculos é fechada para visitação.

Café Ópera de Arame

Batel

Com tudo molhado desistimos de ir aos parques e retornamos ao hotel. Quando a chuva deu um tempo, saímos em busca de doces, visto que Curitiba possui ótimas indicações.

Bazar Doce pâtisserie

Nossa primeira parada foi no Bazar Doce pâtisserie, onde os pedidos foram bolo de cenoura com chocolate, bolo de nozes e um pavê de chocolate branco e limão que estava dos deuses. Alice foi de brigadeiro tradicional e se distraiu na área kids do local. O ambiente é pequeno e acolhedor, o atendimento bastante simpático, perfeito para um bate-papo.

Cuore di Cacau

Dali seguimos para o que dizem ser ponto obrigatório dos chocólatras: Cuore di Cacau Chocolateria. Com mais de 10 prémios de melhor chocolate da cidade o pequeno e cheiroso espaço pertence a uma família gaúcha, que curiosamente chegou a Curitiba no mesmo ano que eu e minha mãe partimos.

E sim, os chocolates são muito bons, mas muito bons mesmo. Em um primeiro momento até se pode achar caro o valor, mas o sabor vale a pena, nem se compara com o que é comprado no mercado.

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* Alice estava com 4 anos e 6 meses
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Curitiba – Dia 2 – Passeio de trem até Morretes

Quando era aborrecente em Curitiba, lá nos anos 90, fiz o passeio de trem de Curitiba a Paranaguá, naquela época compramos o bilhete na estação, nos vagões simples nada era servido e era possível viajar no meio dos vagões, tendo uma visão privilegiada dos abismos pelos quais os trilhos passam.

Mas como dizia uma propaganda o tempo passa, o tempo voa… e com a popularização do passeio optamos em reservar antecipadamente um pacote com os tickets para o passeio, almoço e van para o retorno, sendo que eles pegavam e largavam no hotel. Como não consegui reservar diretamente no site da Serra Verde Express (responsável em operar os passeios), fechamos com a Special Paraná, que é uma representante da primeira.

A primeira mudança foi no itinerário, que agora não vai até Paranaguá, parando antes em Morretes. Na chegada, antes do embarque, fomos até o balcão para mostrar a identidade da Alice e autorizar a sua ida ao passeio. É um procedimento rápido e obrigatório. Ainda é possível comprar os ingressos diretamente, vimos muitas pessoas fazendo isso.

O passeio de trem

Se nos anos 90 os trens de passeio eram lobos solitários percorrendo os trilhos, hoje eles dividem espaço com os trens de carga, o que torna o seu deslocamento mais lento, e algumas vezes algumas paisagens são obstruídas por trens parados para retornarem aos trilhos.

Outra diferença é que mesmo na classe turística um pequeno lanche é servido (composto de bolachas e uma bebida), e no nosso caso uma guia contando histórias e estórias. E não é mais possível ficar entre os vagões.

O que não mudou é o belo quadro vivo que esta ferrovia com mais de 130 anos proporciona. São quatro horas que passam rapidamente, encantando pessoas de todas as idades. Do escuro dos túneis, passando pelas antigas casas, até suas cachoeiras e montanhas, é impossível não admirar e ficar abismado com a construção em situações tão adversas.

Morretes

Pequena e colorida à cidade de Morretes foi fundada por jesuítas nas margens da baía de Paranaguá e hoje recebe turistas curiosos em ver de perto suas casas históricas e experimentar o famoso barreado, prato regional oferecido em vários restaurantes.

No alto enxergamos a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Porto, por dentro ela é clara e simples, suas paredes são decoradas por quadros de Theodoro de Bona, cuja presença está em um quadro explicativo logo na entrada e no quadro da crucificação.

Caminhando pelas ruas e pontes que cercam o Rio Nhundiaquara é possível ver caiaques e pessoas pulando para um mergulho em suas águas.

Lojas e bancas oferecendo diversos produtos, desde bala de gengibre até objetos de decoração. E se estiver calor, que tal um picolé artesanal com um sabor diferente? Eu experimentei o de vinho tinto e estava tri bom.

Almoço

Como optamos em comprar pacote, estava incluído o almoço em Morretes no Restaurante Serra Verde Express, que serve o típico barreado.

O restaurante possui fotos bonitas nas paredes, o barreado é bem gostoso, o problema fica no atendimento.

Nós e outra família com criança fomos os primeiros a chegar, mas as atendentes acomodaram todos que chegaram depois, nos deixando por último. Você não pode escolher a mesa e ela será compartilhada com outras pessoas. No nosso caso já havíamos começado o almoço quando vieram e colocaram mais duas moças. E não repuseram todas as entradas para elas.

Bebidas e sobremesas eram a parte, a primeira era bastante cara e a segunda nem chegamos a experimentar. Então não é um local em que ficamos com vontade de voltar.

Antonina

Após passear por Morretes, foi dada uma rápida volta em Antonina, cidade cujo nome é uma homenagem ao Príncipe da Beira Dom Antonio de Portugal. Também é muito bonitinha. Próximo à igreja matriz ruas com nomes de músicas.

Nas ruínas do Casarão Macedo, um antigo depósito de erva-mate, é possível ter uma bela visão da baía de Paranaguá e dos pequenos barcos e veleiros que nela estão. O local em si é impressionante, sua construção em pedra conserva uma certa beleza que complementa a vista que o local proporciona. Pena alguns pichadores terem aparecido por lá, mas nem isso estraga a visita.

Com a leve chuva o motorista optou em retornar pela BR e não pela estrada da Graciosa. Como não conhecíamos Morretes e Antonina o pacote valeu a pena, mas em um retorno faria por conta própria, até para ter liberdade de escolher o restaurante.

O passeio leva o dia inteiro, e sim, para quem vai ficar pelo menos três dias em Curitiba vale muito a pena.

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Curitiba – Dia 1 – Hotel, Jardim Botânico, Mercado Municipal e MON

Após compensações no trabalho, hora de aproveitar o feriado de finados para retornar em uma cidade muito especial para mim e para a vovó: Curitiba. Há 25 anos havíamos retornado a Porto Alegre, e as boas lembranças, assim como a saudade, permaneceram.

Toda a ideia surgiu quando vimos as nossas milhas e que sim, elas poderiam patrocinar parte de uma viagem fora do RS. Somando a isso conseguimos uma promoção de passagens áreas, e usamos as milhas para reservar dois quartos de hotel ao qual não foi necessários acrescentar um centavo a mais.

Viajando pela Gol

Para aproveitar a promoção nossas passagens eram só com bagagem de mão. Nossa primeira experiência como mochileiros com a Alice. Mas para 4 dias foi bem tranquilo.

Nosso voo de ida era às 06hs da manhã para aproveitar a cidade desde o primeiro dia. O voo foi pontual e tranquilo, e rapidamente estávamos chegando à capital do Paraná. Sem ter que pegarmos as malas, logo estávamos na saída.

Para ir do aeroporto ao hotel, optamos em utilizar o Uber. Foi bem tranquilo de chamar e embarcar no Afonso Pena.

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Go Inn Curitiba

Antes de viajarmos enviei um e-mail para saber se havia um serviço de armazenamento de bagagem para deixar as mochilas, o retorno foi positivo e o mesmo era gratuito.

A grata surpresa é que ao chegar às 08h no hotel, eles nos deram gratuitamente um check-in antecipado, assim foi possível nos organizar com muito mais conforto.

Os quartos são simples, mas atendem bem quem quer um lugar para descansar depois de passar o dia andando para cima e para baixo. O café da manhã é gostoso e bem servido, tendo um horário bem amplo.

A localização é boa, no bairro Batel, próximo a shoppings e restaurantes.

Avaliações e fotos do tripadvisor? Clique aqui.

Jardim Botânico

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Na década de 90 eu enxergava o jardim botânico do meu apartamento. Era nele que caminhávamos nos dias de calor, e encantava quem ia nos visitar.

Hoje ele me parece estar maior, e incrivelmente mais bonito. Notamos de diferente a área de atendimento aos turistas, banheiros, estátuas, e vários outros pontos, não era a toa que várias pessoas estavam fazendo ensaios fotográficos.

Adorei a ideia do jardim das sensações, onde os sentidos são estimulados pela natureza através do toque, olfato e audição.

As pontes espalhadas, os lagos, tudo transmite uma grande tranquilidade para quem se permite caminhar devagar, apenas admirando.

Chamou-nos a atenção à área da “floresta”, quando morávamos lá a área era liberada ao público e o seu entorno era de terra, hoje ela está cercada e existe um piso para contorna-la. Outro ponto foi o condomínio onde morávamos, enxergávamos ele facilmente, pois era um dos mais altos. Hoje ele é baixinho próximo aos seus (para nós novos) vizinhos, e levamos uns minutos até termos certeza de que realmente era o nosso antigo lar.

O que não mudou: continua valendo muito a pena passear por este lindo, bem cuidado e encantador jardim.

A entrada é gratuita. Mais informações aqui.

Almoço no Mercado Municipal

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Pegamos um ônibus no ponto próximo a delegacia de polícia e fomos para o mercado municipal. As barracas estavam fechadas, mas a praça de alimentação, não.

Almoçamos no Box Curitiba, uma espécie de fast-pasta delicioso. A dica aqui é não fazer o que fizemos. Acabei acomodando a mãe e a Alice em uma mesa que possuía uma placa com o nome do lugar, peguei os cardápios e vi com elas o que queriam, enquanto o Marco ficava na fila.

Pois então aparece um dos garçons me chamando a atenção, pois eu não poderia ocupar a mesa sem ter realizado o pedido, pois são eles que dizem em qual lugar você deve sentar. A sorte é que o próximo da fila era justamente o meu marido, então quando ele disse você precisa entrar na fila eu só disse já estamos e somos os próximos. Assim ficamos na mesa que escolhemos. O episódio foi cômico, mas bem que eles poderiam colocar um aviso para os turistas desavisados.

MON

O bonito Museu Oscar Niemeyer chama a atenção pelo seu grande olho (que por um momento me remeteu ao livro Senhor dos Anéis) e sua bela estrutura.

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Logo de início você irá se deparar com a lojinha, bilheteria e uma agradável cafeteria. Crianças e maiores de 60 anos possuem entrada gratuita. O museu não permite andar com mochilas (mesmo as infantis), sendo necessário armazena-las no porta-volumes, e eles disponibilizam carrinho para quem não tem, o que nos facilitou bastante, já que a Alice estava cansada.

Logo de início fica claro que devemos abrir bem os nossos olhos, passando pela história do arquiteto, pelas exposições de quadros, fotos e legos, até as temporárias, como a chinesa que tivemos a sorte de ver e admirar.

Com exceção do olho, que possui uma escada de acesso, os demais pontos são bem tranquilos para quem anda com o carrinho, já que são disponibilizados elevadores e uma das áreas possui rampas. Outro passeio que vale muito a pena. Não deixe de ver o pátio e entrar em cada espaço. Pode ser que não goste de tudo, mas não irás sair sem se surpreender.

Para maiores informações sobre valores e horários clique aqui.

Para o retorno ao hotel pegamos um Uber, que se transformou no nosso meio oficial de transporte nesta trip.

Como o sono chegou cedo, optamos em jantar no shopping Curitiba, que fica bem próximo ao hotel. Alice foi de arroz com carninha e nós no Madero, que está virando o nosso quebra-galho favorito nas viagens.

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* Viagem realizada em novembro/2017

* Alice estava com 4 anos e 6 meses

* Viagem patrocinada por nós mesmos

* Todas as fotos são autorais