Roteiro 7 dias pela Toscana

Rodar pelas estradas da Região da Toscana na Itália é se sentir dentro de um cenário de filme, suas cidades e paisagens são simplesmente deslumbrantes, tornando a viagem inesquecível e a hora de ir embora deixa aquele gostinho de quero mais.

Neste post compartilho com vocês o nosso roteiro de sete dias por algumas cidades da Toscana, ao qual queremos retornar para conhecer mais, afinal, ainda não consegui conhecer a cidade citada em Sob o sol de Toscana – se você ainda não viu o filme, veja – que despertou o desejo de separar uma semana inteira para esta parte da Itália.

Quando montamos a nossa viagem pela Itália, que foi iniciada por Roma, foi justamente a região do vinho a escolhida para encerrar, em um roteiro que começou por trem e foi finalizado de carro.

Algumas cidades e locais visitados possuem post mais completos, para quem quiser ter mais informações, vou deixar no decorrer do texto os links com eles.

Vista que se tem quando se está na cidade de Volterra

Tivemos duas bases nesta parte da viagem: Florença e Siena. De Florença fizemos bate-volta de trem e de Siena foi tudo de carro alugado. Como eu disse no parágrafo anterior, algumas cidades escrevemos post específicos, devido a quantidade de informações, então eles vão estar menos detalhados aqui. Agora chega de blábláblá e vamos ao roteiro, que é o que interessa.

0 Dia – Chegada a Florença

Quando chegamos de trem em Florença já era noite. Então só conhecemos o Hotel Collodi, onde nos hospedamos, e um restaurante próximo. Aqui ficamos 3 dias, dois passeando na cidade e um fazendo um bate-volta de trem.

1 Dia – Florença

Hora de começar a turistar. Nossa primeira parada foi no Complexo Duomo, que possui 6 monumentos a serem visitados: a Catedral, a Cúpula, o Campanário, o Batistério, o Museu e a Cripta.

Nós compramos os ingressos ainda no Brasil, pela internet, e foi muito fácil.

O local é incrível e para quem tiver fôlego recomendo as duas subidas de escada, tanto da cúpula quanto do campanário, vale um gelatto de dois sabores depois.

Após almoçar uma bisteca fiorentina, passamos pela Piazza della Signoria, um verdadeiro museu a céu aberto, e não por acaso a praça mais importante da cidade.

Nosso destino era a Galleria degli Uffizi, ao qual também compramos os ingressos antecipadamente pela internet. No local o visitante irá se deparar com o principal acerto de pinturas renascentistas, o que justifica a sua fama e importância mundial. O museu é grande, então vale reservar um tempo confortável para percorre-lo.

No retorno ao hotel passamos pelo Mercado Novo e fizemos questão de dar uma passada de mão no Porcellino para garantir o nosso retorno a Florença, já que a lenda funcionou para nós em 2012 que funcione também em 2019, e admiramos o carrossel na Piazza della Republica, que vale ser admirada tanto de dia quanto a noite.

2 dia – Florença

Começamos cedo, pois havíamos comprado ingresso para a Galleria della Accademia logo nos primeiros horários, local onde está o original do David de Michelangelo, o que torna o museu muito visitado.

Além do David, que é realmente espetacular, há outras obras, incluindo um museu de música interativo, o que pode atrair especialmente a atenção das crianças, a da Alice pelo menos foi a parte favorita.

Almoçamos no Mercado Central de Florença, local onde retornamos mais vezes e recomendamos muito pelo custo x benefício. Para saber a nossa opinião restaurantes experimentados leia o nosso post Gastronomia em Florença.

Caminhando em direção ao Rio Arno, demos uma espiadinha no Palazzo Vecchio, onde o térreo tem acesso liberado, não chegamos a comprar ingresso para visitar o seu interior, um motivo para voltar a Florença. O motivo era um outro museu que eu considero obrigatório se você estiver viajando com criança.

O Museu Galileo, cujo nome homenageia o pai da ciência moderna Galileo Galilei, é muito interativo, além de se deparar com ferramentas e instrumentos científicos, suas exposições temporárias são muito legais. Quando fomos tinha até contação de história para os pequenos.

Para fechar o dia seguimos caminhando até a Piazzale Michelangelo para assistir sentado nas escadas o pôr-do-sol. No local as pessoas se reúnem, algumas com suas garrafas de vinho, outros apresentando a sua música, até o horário que o espetáculo da natureza começa.

3 Dia – Bate-volta Pisa e Lucca

Pegamos um trem e a nossa primeira parada foi em Pisa, cidade que tem como atrativo um complexo onde fica a torre torta mais famosa do mundo, ela mesma, a Torre de Pisa. Para acessar a parte interna da maioria dos lugares é necessário comprar ingresso, existe um combo para quem se interessar.

Para quem só quer observar a parte externa, vale a pena descer na estação mais afastada, para também caminhar pela cidade e ver as suas semelhanças com Florença.

Nosso almoço e passeio da tarde foi na charmosa cidade medieval de Lucca, onde é possível caminhar junto a muralha, para quem desejar, também é possível alugar uma bicicleta. Depois é caminhar na parte interna e observar os seus edifícios, podendo escolher se quer entrar nos lugares pagos ou só entrar nos gratuitos.

No final do dia retornamos para Florença, onde jantamos e preparamos as malas.

Para saber mais sobre nossa visita a Florença, leia o nosso post Roteiro de 3 dias em Florença.

Sobre o nosso quarto dia, leia o nosso post completo Bate-volta para conhecer Pisa e Lucca.

4 Dia – Florença – Greve in Chianti – Siena

Após realizar o checkout no hotel, fomos até a estação de trem Santa Maria Novella para buscar o carro que havíamos alugado ainda no Brasil, pela Sixt, onde tivemos um pequeno problema em relação ao porta-malas do carro e tivemos que mudar todo o itinerário, que seria vir pela região de Chianti para chegar a noite em Siena.

A sorte é que o Hotel Athena foi bem flexível, assim fomos direto para Siena, deixamos as malas, e conseguimos conhecer a pequena Greve in Chianti.

Almoçamos no caminho, em Castellina in Chianti, em um restaurante junto a estrada que ficava em uma casa de pedra chamado Nuvolari Bar. Almoçamos massa e carne, e para a Alice teve prato kids. Com direito a sobremesa depois.

O local era extremamente agradável, com mesas ao ar livre. Total da conta com pratos e bebidas para quatro pessoas: 91,00 euros.

Em Greve in Chianti deixamos o carro em um estacionamento coberto e fomos caminhar pela cidade, que é pequena e quase não tinha turistas no dia em que visitamos.

A região que era muito valorizada pela sua produção agrícola, hoje é mundialmente conhecida pelos seus vinhos, os maravilhosos Chianti Classico. Aliás, vale reservar um espaço na mala para eles, com valores bem acessíveis, são uma ótima forma de relembrar a viagem quando estiver em casa. E claro, não deixe de beber pelo menos uma taça durantes as refeições em solo italiano.

Não é difícil ver o galo preto, símbolo do Chianti Classico, pela cidade, assim como encontrar a Piazza del Mercato e seu pequeno centro histórico bem conservado, onde fica o convento de San Francesco, o centro de atendimento ao turista e várias lojas.

Seguindo pelas ruas um morador muito simpático nos indicou o caminho para o mirante que fica junto ao Museo di San Francesco, onde tivemos a oportunidade de admirar a vista da região.

Para quem quiser fazer um bate-volta de Florença para conhecer Greve in Chianti, é possível fazer utilizando-se de ônibus ou trem, o trajeto leva em torno de 43 minutos. Mas pelo que eu pesquisei antes da viagem, a melhor opção mesmo é ir de carro ou de excursão.

Retornamos lentamente pela estrada, com algumas paradas para observar a região até retornar para o hotel em Siena e depois fazer bem o estilo turista e jantar na bela Piazza del Campo, a praça principal da cidade.

5 Dia – Bate-volta San Gimignano e Volterra

Logo após o café da manhã pegamos o carro e fomos em direção a Manhattan Medieval, como também é chamada a cidade das torres chamada San Gimignano.

Localizada a 39km de Siena, é uma charmosa cidade toda murada, que convida a tomar o seu vinho branco Vernaccia di San Gimignano, que também merece um espaço na mala pelo excelente custo-benefício, tem uma sorveteria que já foi considerada a melhor do mundo e ruas para se perder.

Ao redor da cidade vários estacionamentos, nós conseguimos ficar bem próximos a entrada em um pago, e foi bem tranquilo.

Dentro da cidade compramos um passe que nos permitiu subir a torre e ir a outros locais turísticos, também fomos na praça central com seu poço dos desejos, e conhecemos uma fonte pública medieval. Optamos em almoçar na cidade e claro, comemos sorvete para conferir se era o melhor do mundo, embora eu ache que 99% dos sorvetes italianos o são.

Nós nos apaixonamos por esta cidade, e sim, é possível realizar um passeio incrível por ela. Querendo saber mais, visite o nosso post específico sobre San Gimignano.

E por ter gostado tanto de San Gimignano, acabamos saindo tarde para o nosso próximo destino, que era outra cidade medieval bem próxima: Volterra.

Volterra

A cidade ,que hoje fica na província de Pisa, teria se originado no século IX antes de Cristo, quando a região começou a ser povoada pelos etruscos, e mais tarde pelos romanos, mistura de cultura que ainda é observada em sua arquitetura, seja pela porta de entrada etrusca ou pelo teatro romano. Localizada em uma colina há 450 metros acima do mar, o que dá uma bela visão da região ainda na estrada.

Quando chegamos na cidade, o estacionamento próximo estava bem cheio, e tivemos que dar algumas voltas até encontrar uma vaga, sendo assim, não entramos em nenhum lugar, acabamos optando em circular pelas ruas do local, e isso só deixo um gosto de quero mais.

Iniciamos o trajeto pela Porta Etrusca construída entre os séculos IV e III a.c. – sim, vou ficar devendo uma foto – e assim entramos dentro da área murada.

Logo chegamos a Piazza dei Priori, onde ficam o Palazzo Pretorie e sua Torre do Procellino e o Palazzo dei Priori, com emblemas antigos e brasões na fachada e hoje abriga a prefeitura da cidade.

Também passamos pela catedral, mas não entramos, observamos apenas a parte externa. Falando em externo, por ficar no alto, a cidade é cheia de pontos maravilhosos para observar a região.

Um dos locais que nos chamou a atenção foi o Anfiteatro Romano, onde os restos permitem ter uma ideia bem clara do espaço que ocupava e de sua distribuição. Ele foi construído no século I a.c., e chegou a virar depósito de lixo na Idade Média, sendo recuperado a partir de 1951.

Ainda passamos por uma espécie de fábrica artesanal onde haviam vários bustos e estatuetas esculpidos em alabastro calcário, uma pedra branca que é retirada do subsolo de Castellina Marittima. Não cheguei a procurar por lojas que vendessem as peças, e confesso que depois me arrependi, pois ficaria lindo como lembrança de viagem.

O local ganhou fama entre os jovens por ser a terra de origem dos vampiros Volturi da série de filmes e livros Crepúsculo, mas quem tem curiosidade no local das gravações deve incluir Montepulciano.

Uma conclusão nossa, que gostamos de fazer passear em um ritmo mais lento, é que valia a pena ter deixado um dia para cada cidade. Na ansiedade de ver o máximo em pouco tempo, achamos que não aproveitamos Volterra como ela merecia, e sim, queremos retornar.

6 Dia – Bate-volta Montalcino e Pienza

Nossa ideia original neste dia era fazer um bate-volta para Montalcino, Pienza e Montepulciano. Mas… o GPS do carro logo no início nos enviou para um lugar bem diferente de Montalcino, o que nos fez perder uma hora preciosa, somada a chuva que teve no turno da tarde, acabamos ficando só com duas cidades.

Montalcino

Nós adoramos vinho, e isso tornou a cidade do vinho Brunello passagem obrigatória, pois eu tinha muita vontade de degustar este tinto, e aqui já me adianto, ele é maravilhoso.

Montalcino fica no bonito Val d’Orcia, a cerca de 40km de Siena, a cidade fica localizada em uma colina, e foi muito disputada entre Siena e Florença nos séculos XII e XV. O seu nome deriva de uma madeira chamada lecci, pois pela grande quantidade no local era indicado como Monte dei Lecci.

Hoje ela é famosa pelo vinho criado nos anos de 1800 que se caracteriza por utilizar somente a uva Sangiovese, conhecida na região por Brunello ou Brunellino. A sua denominação de origem foi criada muito tempo depois em 1966 e o prestígio só surgiu nos anos de 1980, o que é bastante recente na vitivinícola mundial. O seu conceito foi criado em meados do século XIX por Clementi Santi, ancestral da família e vinícola Biondi Santi.

Por este motivo o nosso primeiro ponto de parada foi a Rocca, uma fortaleza construída em 1361 que hoje proporciona uma bela vista e tem uma loja para quem, como nós, não agendou visita a nenhuma das vinícolas, mas deseja provar o famoso Brunello.

Existem diferentes tipos de degustações, eu e a mãe – o Marco era o motorista da rodada – escolhemos uma em que se experimentava sete tipos diferentes, ao custo de 40 euros. Não imaginávamos que a taça era tão bem servida, então poderíamos ter tranquilamente dividido as taças. Mas de qualquer forma, foi muito legal realizar a degustação progressiva, que começou com exemplares de 2013 e finalizou com um de 2001.

O valor das garrafas é caro, partem de 90 euros, mas comparado aos valores do Brasil, para quem gosta, vale muito a pena trazer pelo menos um exemplar. Eu trouxe um da vinícola Biondi Santi para o Marco degustar, e agora ele se arrepende de ter me limitado a uma garrafa.

Além dos vinhos, é possível ir até o alto da fortaleza, comprando um ingresso de 4 euros. Vale a subida, pois a vista que se tem do lugar é muito bonita. É possível ver tanto a muralha quanto as construções em pedra, além do espaço verde ao redor.

Depois de admirar a vista, é interessante observar o espaço interno da Rocca, com suas salas de pedra e seus castiçais de aparência antiga, como que te transportando do tempo por alguns minutos.

Saímos da fortaleza e demos uma caminhada pela cidade, onde nos deparamos com ruas estreitas, igrejas e construções encantadoras.

Pienza

O caminho até Pienza foi com chuva, estacionamos gratuitamente em uma das ruas que ficam antes da muralha, e seguimos caminhando. Acabamos parando em um Bar Café pouco antes da entrada e almoçamos pizza, esperando o tempo ficar melhor para caminhar. Foi a refeição mais em conta da viagem, 31,40 euros para os quatro.

Pienza é uma pequena cidade muito bonitinha que fica no alto de uma colina, proporcionando aos seus visitantes uma vista espetacular do Val d’Orcia. Se isso ainda não é o suficiente para te convencer a conhece-la, informo que ela está na lista de patrimônios da humanidade da UNESCO desde 1996.

Ela foi idealizada pelo Papa Pio II junto com o arquiteto Bernardo Rossellini para a construção do que seria a cidade ideal dentro dos padrões de beleza do renascimento.

Os detalhes começam pelos desenhos na porta de entrada, as ruas estreitas, as igrejas antigas e naturalmente a Via dell’Amore, uma espécie de varanda mirante para se observar a volta.

Na praça central estão edifícios renascentistas como a catedral e o Palazzo Piccolomini, onde na época da nossa viagem estava cheio de fotos do filme Romeu e Julieta. Aliás, estas fotos não estavam à toa, pois o local foi o escolhido pelo diretor Franco Zeffirelli para gravar algumas cenas desta história romântica.

A cidade é um amor, e não exige um dia inteiro, sendo facilmente encaixada com outros lugares próximos, uma lugar que vale muito a pena conhecer.

7 Dia – Siena

Dedicamos o nosso último dia a nossa cidade base, um local que nos impressionou tanto pelo seu centro histórico quando por todo o patrimônio artístico que seus edifícios guardam.

Ao ir em busca do Duomo da cidade acabamos nos deparando pelo seu complexo, composto pela catedral, por um mirante com vista panorâmica da cidade, museus e cripta. Resumo da história: isso nos ocupou quase todo o dia, pois a visita completa vale muito a pena. E acabamos fechando o nosso dia com caminhadas aleatórias pelo lugar.

Siena é um ótimo lugar para se usar como base, com hotéis dentro ou próximo a muralha, ótima gastronomia e muito agradável para caminhar tanto de dia quanto a noite. E por isso recomendamos fortemente a cidade para quem também quer percorrer os locais próximos de carro.

Este dia foi bastante intenso, e para quem quiser saber mais detalhes do nosso passeio, convido a ler o nosso post Roteiro de um dia em Siena.

Vale a pena conhecer a Toscana de carro?

Na nossa opinião, sim. Só de andar pela estrada já vale o passeio, pois se tem a sensação de se estar dentro de um filme.

A região atende a diferentes perfis de viajantes, dos ligeirinhos aos slow travels, dos românticos aos que viajam com a família completa. As crianças são bem recebidas em todos os lugares, e nos restaurantes não faltam opções ou adaptações para elas.

Então se você gosta de lugares ao ar livre, cidades medievais, um bom prato de massa acompanhado de uma bela taça de vinho e um gelatto inesquecível, você vai se apaixonar pela Toscana do mesmo jeito que nós.

Lições aprendidas:

Ao fim de cada viagem eu sempre avalio o que fizemos de certo e o que poderia ser melhor, neste roteiro eu faria as seguintes adaptações:

  • Cortaria a ida até Greve in Chianti, não porque a cidade não vale a visita, mas pelo problema com o porta-malas do carro que nos tirou tempo. Teria valido mais a pena ter dedicado a própria Siena, ao qual no final nos faltou tempo.
  • Avaliar melhor o que vamos encontrar nas cidades. San Gimignano e Volterra mereciam dias distintos, e apesar de não ocupar dias inteiros, são melhores aproveitadas se fizerem duplas com cidades menores, no estilo de Pienza, e na Toscana há várias delas.
  • Usar o waze sempre para o deslocamento, pois o gps do carro tem uma tendência a loquiar de tempos em tempos, no nosso caso foi quase um episódio por dia.
  • Saber quando abrir mão do próximo destino. Observei que colocar muitas cidades no mesmo dia me deixaram um tanto ansiosa, mesmo não fazendo correria, o que me faz pensar que essa história de percorrer vários lugares definitivamente não é pra mim.

E você? Já percorreu a Toscana? Ficou com alguma dúvida? Deixe nos comentários, vamos adorar saber a sua opinião.

  • Viagem realizada em Setembro/2019
  • Alice estava com 6 anos e 4 meses
  • Todos os custos da viagem foram pagos por nós

Querendo ter mais ideias de roteiros para quando a pandemia passar? Eu já estou pensando nas próximas viagens e compartilho algumas ideias de blogs amigos:

Expedições em Família – Estrada Real – Roteiro de 4 dias pelo Caminho do Sabarabuçu
Uma Viagem Diferente – Roteiro 15 dias Califórnia e Las Vegas
Vamos viajar pra onde agora – Roteiro de 3 dias em Lisboa
6 Viajantes – Roteiro para conhecer Caldas Novas
Elizabeth Werneck – O que visitar em Tiradentes: roteiro completo para o final de semana
Roberto/De Lugar Nenhum – Roteiro Buenos Aires em 5 dias
Chicas Lokas na Estrada- Roteiro de 1 dia em São Paulo
Across The Universe – Roteiro de 2, 3, 5, 7 ou 10 dias na Chapada dos Veadeiros

14 comentários em “Roteiro 7 dias pela Toscana

  1. Essa é uma Toscana que eu ainda não conhecia. Foi muito bom ver o roteiro de 7 dias pela Toscana. Adorei as fotos e principalmente a de comida. Não vejo a hora de fazer uma viagem desta também. Bjo

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  2. Toscana é um dos destinos mais encantadores da Itália e o que eu mais quero conhecer. Eu amei este seu Roteiro 7 dias pela Toscana, acho que vou conseguir aproveitar bem todos os atrativos o seguindo. Obrigada.

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  3. Fiquei babando demais no seu roteiro de 7 dias pela Toscana. Na Itália eu só conheço Roma e Milão e nem preciso dizer que fico babando em tudo sobre a Toscana! Espero ter em breve a oportunidade de conhecer essa região TODA! Amei as dicas, tudo anotado aqui!

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  4. Eu sou completamente apaixonada pela região da toscana e o seu roteiro de 7 dias me fez viajar no tempo!
    Estive por lá em 2017, e amei conhecer a cidade de SAN gimignano é um espetáculo!!

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  5. Adorei o seu roteiro sobre a Toscana! Eu estou planejando ir pra lá em breve e com certeza vou usar as suas dicas. Adorei as fotos e as comidas, devem ser incríveis. Um abraço

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  6. Genteeee, que roteiro incrível, meu sonho de consumo é conhecer a Toscana e esse roteiro de 7 dias está perfeito. Vou me basear nele para fazer essa viagem. Obrigada pelo post.

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  7. Fiz um roteiro bem semelhante a esse seu de 7 dias pela Toscana. Só que fiquei uns dia em Siena também, e dali visitei Assis, Cortona e Perugia. Lindas cidades também. Parabéns pelo post, ficou top

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  8. De todos os lugares que você visitou nesse roteiro de 7 dias pela Toscana eu so não fui para Siena. Um lugar que quero muito conhecer da próxima vez que for para a Itália 😀 Adorei

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